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Custo Operacional Ainda é Elevado no Varejo
Os grandes bancos de varejo descartam a possibilidade haver uma guerra de preços. Até o HSBC Bamerindus, que ao chegar ao País anunciou que pretendia baixar seus preços, mudou o discurso e cobra tarifas similares às de outras grandes instituições privadas. "Não é conveniente entrar numa guerra de preços", afirma o gerente de Planejamento de Produtos do HSBC, José Gaspar da Cruz. Os custos para os bancos de varejo são muito mais altos que para os bancos setorizados.

A receita de serviços é a fonte de sustentação dos bancos, diz Cruz. "Os custos ainda são muito altos para reduzir as tarifas". Na avaliação do HSBC, os preços só vão cair quando os bancos reduzirem seus custos, o que é muito complicado no segmento de varejo. Com a diferença entre custos de captação e empréstimo cada vez menor, o banco ainda tem custo muito elevado, ressalta.

O diretor-executivo do Bradesco, Antônio Fernando Burani, diz que nenhum banco estrangeiro de varejo consegue cobrar tarifas menores. A única forma de diminuir os custos é a informatização. Ele cita como exemplo a diferença de preços entre o preço do DOC (transferencia de dinheiro entre bancos) via Internet (R$ 3,50) e o cobrado nas agências (R$ 7,80).

Na opinião do vice-presidente do BankBoston, Mário Linares, os clientes só pagarão menos depois que instituições estrangeiras consolidarem sua posição no País - processo que, segundo os especialistas, deve demorar de dois a três anos. Por enquanto, as instituições estrangeiras que compraram bancos brasileiros ainda estão arrumando a casa. "A competição vai levar ao ajuste", aposta o presidente da Federação Brasileira das Associações de Bancos (Febraban), Roberto Setúbal.



Fonte: O Estado de São Paulo, 20/10/1997

Por: Sueli Campo



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