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Bancos Têm de Fundir-se Para Competir
Léa De Luca e Maria Christina Carvalho

Embora tenha

amainado nos últimos meses, a onda de fusões e aquisições continua sendo o cenário mais provável do setor financeiro nos próximos anos, segundo analistas e consultores.

"A corrida

está apenas começando", disse Carlos Coradi, da Engenheiros Financeiros e Consultores(EFC).

"Dos dez grandes bancos que existem hoje , sobrarão apenas dois ou três", afirmou Alberto

Borges Matias, sócio da consultoria Austin Asis.

Para esses especialistas, diante da concorrência dos estrangeiros e das dificuldades de reduzir despesas, a sobrevivência dos bancos

brasileiros vai depender da compra de ativos. Com mais ativos, os bancos poderão diluir seus custos, ganhar receita e escala.

O aumento dos ativos também melhora o índice de

eficiência dos bancos, medido pela relação entre despesas administrativas, inclusive de pessoal, e os ativos totais, fonte das receitas. Esse índice está em 7,2% nos bancos brasileiros,

mais de três vezes a média mundial de 2% , informou Erivelto Rodrigues, também da Austin Asis.

Mas ele alertou que as fusões e aquisições não produzem resultados imediatos

positivos. Dois bancos brasileiros que passaram por essa experiência perderam eficiência e estão com o índice acima da média brasileira: o Unibanco, com 9,4%, e o Bandeirantes, com 10,5%.



Para Carlos Fagundes, vice-presidente da Associação Brasileira dos Bancos Comerciais(ABBC), prever quantos bancos vão desaparecer é um exercício arriscado.



Fonte: Gazeta Mercantil, 28/07/1997

Por: Léa De Luca e Maria Christina Carvalho



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